Após a leitura, classificarei os livros assim:
Péssimo [0] Ruim [*] Regular [**] Bom [***] Muito Bom [****] Excelente [*****]

Confissões de um Ministro de Louvor (***)



Dan Lucarini
Editora Fiel
144 Páginas

"A música na igreja evangélica tem sido constantemente um dos assuntos mais controversos dos últimos 50 anos. Dan Lucarini, com sua experiência de envolvimento profundo na música moderna (secular ou não) e honestidade em compartilhar sua própria jornada espiritual e musical, nos oferece, neste livro, uma avaliação do que julga ser um dos principais problemas da igreja contemporânea".

Fé Com Razão (****)


Joseph R. Farinaccio
Editora Monergismo
151 páginas


"Este é um livro que trata de cosmovisões. Todas as pessoas possuem uma. Mas, em sua maioria, elas nunca idpensam muita atenção à filosofia de vida pessoal. Isso é trágico, pois não há estado de conscientização mais fundamental para o viver diário. Tendo em vista a existência de inúmeras cosmovisões mundo afora, este livro foi escrito para ajudar as pessoas a entenderem por que o Cristianismo bíblico é tão importante, não apenas para o nosso entendimento a respeito de Deus, mas também sobre nós mesmos e o mundo a nossa volta" (4a. pg).

Sobre o Bem e o Mal (****)



Vincent Cheung
Editora Monergismo
144 páginas

A Bíblia tem muito a dizer sobre o assunto do bem e do mal. Deus quer que reconheçamos o bem como bem, o mal como mal, e que nunca confundamos as duas coisas. Indivíduos e sociedades se tornam ímpios aos olhos de Deus quando eles pervertem a justiça e a ética, ao confundir ou até mesmo reverter as definições de bem e mal.
SUMÁRIO:

Prefácio à Edição Brasileira
Prefácio
Sobre o Bem e o Mal
Sobre o Engano Mental
Lógica e Falácias
Lógica e Teologia

O Desconhecido e Mãos Vazias (***)




Lúcio Cardoso
Ed. Civilização Brasileira
320 páginas


"Da vasta obra de Lúcio Cardoso, Mãos vazias (1938) e O desconhecido (1940) são novelas hoje quase esquecidas e, no entanto, das mais felizes e significativas. Sim, se foi a partir de A luz do subsolo, em 1936, que Lúcio se afirmou definitivamente como ficcionista, é, sobretudo, com Mãos vazias e O desconhecido que ele, além de conquistar a sua verdadeira fisionomia de escritor, chegou ao seu mot juste. Da primeira fase de sua obra, talvez sejam os mais instigantes sob o ponto de vista da concepção e da realização artística, tornando evidente a maturidade do criador de estados de alma, entre a razão e a loucura, traços até então bem raros no romance brasileiro. Seus personagens espelham a desconformidade do autor diante dos seus limites, a sua obcecada e torturada busca de redenção como homem e como artista. Demasiadamente humano, demasiadamente Lúcio" (Sinopse da editora).