Após a leitura, classificarei os livros assim:
Péssimo [0] Ruim [*] Regular [**] Bom [***] Muito Bom [****] Excelente [*****]

O Filósofo e a Teologia [****]



Étienne Gilson 
Editora Paulus e Academia Cristã
248 páginas


Nascido em Paris., professor renomado da Sorbonne, Strassburg, Toronto Harvard e Louvain, é por muitos corretamente chamado de o grande medievalista do século XX. Durante sua longa trajetória publicou algumas das mais influentes obras do pensamento cristão contemporâneo, especialmente na sólida retomada do legado de Tomás de Aquino. Quem se interessou e ainda se interessa pelos estudos de História da Filosofia e de suas interfaces com a Teologia, não deixou nunca de recorrer aos livros deste cristão (com orientação católica) e que teve uma recorrente preocupação: há uma crise da Metafísica nos nossos tempos e isso se deve à equivocada secundarização das concepções tomistas. Filósofo historiador e exegeta. Gilson houvera escrito um texto clássico: Deus a Filosofia (na qual percorre o pensamento filosófico desde as origens em busca das demonstrações racionais para a existência de Deus). Agora, nesta obra de 1959 (e profundamente atual), encontramos uma quase biobibliográfica de reflexão em torno de O Filosófico e a Teologia, isto é, uma análise de vários percursos que fez até consolidar a convicção da imprescindível base escolástica para ombrear Fé e Razão. E, como o próprio Gilson nos lembra na Introdução: “Quisemos apenas que estas páginas fossem um testemunho sobre uma longa série de incertezas das quais conseguimos nos libertar a nós mesmos, com o propósito de poupar a outros o erro de nelas entrar”.

Ateísmo Remix [***]



Albert Mohler Jr.
Editora Fiel
104 páginas


"O povo cristão tem de recordar que a ênfase de nossa preocupação não é apenas refutar o ateísmo ou argumentar em favor da credibilidade intelectual do teísmo de forma genérica ou minimalista.
Em vez disso, nossa tarefa consiste em apresentar, ensinar, explicar e defender o teísmo cristão. Quanto a este ponto, a defesa do teísmo bíblico revela que a grande divisão no pensamento intelectual não é meramente a respeito da existência de Deus, e sim a respeito de haver Ele falado.
O materialismo e o naturalismo que são centrais no Neo-ateísmo rejeitam a categoria da revelação imediata. Este é, no final das contas, o verdadeiro impasse. A igreja cristã tem de responder ao desafio do Neo-ateísmo com plena convicção.
Devemos lembrar que, em sua história, a igreja já enfrentou inúmeros desafios teológicos. Portanto, agora, cumpre-nos articular, comunicar e defender a fé cristã com integridade intelectual e urgência evangelística.
Não devemos imaginar que essa tarefa será fácil. E, à luz desse desafio, não podemos esquivar-nos do debate público e da conversa particular"


John Knox [***]




Waldyr Carvalho Luz
Editora Cultura Cristã
224 páginas

"John Knox é desconhecido em nosso meio, mas merece melhor sorte. Não foi um pensador de destaque, uma inteligência brilhante. Pregador corajoso, veemente de espírito e rude de linguagem, ele não media palavras, empolgado pela causa da Reforma, a que devotara a vida e por que estava pronto a morrer. Sua arma era a palavra, em sermões arrasadores, a brotarem de uma vontade férrea, que jamais se abatia, ainda quando tudo parecia perdido. Empenhou-se em conquistar sua pátria para a fé reformada e viu seus esforços coroados de êxito: a Escócia abraçara o Protestantismo, livre dos erros romanistas. Você encontrará neste livro inspiração e desafio para uma vida de fidelidade ao senhor e luta pela causa sagrada".

Cachorros de Palha [***]




John Gray
Editora Record
256 páginas




O autor desafia os conceitos do antropocentrismo em um livro polêmico, celebrado pela intelligentsia britânica. Faz uma devastadora crítica da crença no progresso, na superioridade humana sobre outras espécies analisando o cenário filosófico contemporâneo. John Gray é autor de Falso amanhecer e Al-Qaeda e o que significa ser moderno, publicados pela Record. “Para os que gostam de filosofia rápida e furiosa”.The Independent

Freud [***]



Rousas J. Rushdoony
Editora Monergismo
104 Páginas


"Enquanto o homem enxergar a culpa como um problema da ciência e não da religião, a influência de Sigmund Freud permanecerá impregnada na mente do homem moderno. Freud foi um arquiteto da mente moderna - um construtor profano - como Marx e Darwin. Ele foi também um inimigo da religião - especialmente da Bíblia e dos seus padrões absolutos. Ele cria que o teísmo bíblico era a 'ilusão' que compunha o problema de culpa central do homem. Freud queria que o homem aceitasse seu predicamento moral sem referência ao pecado... Essa análise de um dos personagens mais insidiosos da história fornecerá discernimento para o ataque moderno que busca abolir o cristianismo e o pensamento bíblico".

A Visão Transformadora [**]




Brian J. Walsh, J. Richard Middleton
192 páginas

"O que modela com eficácia a vida pública e a sociedade é a submissão generalizada à ciência, à tecnologia e ao crescimento econômico. Na maior parte do tempo o Cristianismo fica de lado e, simplesmente, observa.
Uma cosmovisão nunca é meramente uma visão da vida. É sempre uma visão, também, para a vida. Nossa cosmovisão determina nossos valores. Ela nos auxilia a interpretar o mundo ao nosso redor.
O desejo dos autores é que haja mudança. Nisso eles vêem a vida, o direcionamento e a esperança de que nossa sociedade tanto precisa".

Onde os Velhos Não Têm Vez [***]



Cormac McCarth
Editora Alfaguara
256 páginas

"Escritor elogiado pela crítica, com os prêmios Faulkner Award, National Book Award e National Book Critics Circle Award no currículo, Cormac McCarthy apresenta em Onde os Velhos Não Têm Vez um "faroeste sem compaixão", que lembra os filmes de Quentin Tarantino, como bem comparou o jornal The New York Times. O livro mistura ação, suspense e violência numa prosa ágil e enxuta. Ambientado nos anos 80, na fronteira do Texas com o México, a trama tem três personagens centrais: Llwelyn Moss, um caçador que acidentalmente encontra um carro com corpos crivados de bala, um carregamento de heroína e mais de dois milhões de dólares abandonados no meio do deserto; o xerife Bell, encarregado de investigar o caso; e o psicopata Anton Chigurh, contratado por um cartel para reaver o dinheiro. Quando decide pegar o dinheiro e fugir, Moss passa de caçador a caça. A narrativa se transforma, então, em uma eletrizante história de suspense e perseguição, em que cada personagem parece determinado a encontrar a resposta à pergunta que um deles faz: como se decide o que sacrificar na vida? Cormac McCarthy conta a história em duas vozes narrativas distintas"

A União das Naturezas do Redentor [***]




Heber Carlos de Campos
Editora Cultura Cristã
672 páginas


"O meu objetivo tem sido sempre apresentar uma matéria que tenha um suporte profundamente escriturístico, para o deleite dos que gostam de ler teologia fundamentada na infalível Palavra de Deus. O desafio a que me propus levou-me a trabalhar em áreas outrora desconhecidas para mim, como este assunto da unipersonalidade do Redentor. Essa unipersonalidade sempre haverá de escapar à nossa perfeita compreensão. Todavia, tento trabalhar neste livro com várias informações que Deus, em sua Palavra, fornece para o nosso conhecimento dessa maravilhosa e encantadora Pessoa Redentora"

Em Direção a uma Cosmovisão Cristã [***]


W. Gary Crampton & Richard E.Bacon
Editora Monergismo
113 páginas


Neste pequeno livreto, o Dr. Crampton e o Dr. Bacon apresentam de forma concisa e clara uma cosmovisão cristã totalmente reformada. Consideramos de extrema importância a disponibilização de mais um livro sobre o assunto ao público brasileiro, pois a despeito da nossa era de anti-intelectualismo, principalmente nas igrejas ditas evangélicas, como dizem os autores, “um zelo à parte o conhecimento não cumprirá a vontade de Deus”.

A Igreja é Israel Agora [**]


Charles D. Provan
Editora Monergismo
124 páginas


"Este livreto buscará provar, usando as Escrituras do AT e NT, que: 
1- Os israelitas de raça que desobedecem a Deus estão, pelos ensinos do Antigo e Novo Testamento, despojados de qualquer bênção que possa ter sido outrora conferida por descendência racial.
2- A Igreja Cristã (e por este termo não queremos dizer alguma denominação particular de cristãos) é agora o Israel de Deus, de acordo com os ensinos do NT. A Igreja é vista como sendo Israel pelos seguintes fatos:
a) Os títulos de Israel no AT são os títulos da Igreja Cristão no NT, e;
b) As passagens do AT que clara e indisputavelmente referem-se a Israel são citadas pelos Apóstolos de Cristo como se referindo à Igreja Cristã"

Introdução à Teologia Sistemática - Vincent Cheung [****]


Vincent Cheung
Arte Editorial 
328 páginas


"Introdução à Teologia Sistemática, de Vincent Cheung, destaca-se pela ênfase na inter-relação das doutrinas bíblicas e por sua organização em uma progressão lógica, como na Confissão de Fé de Westminster. O autor aborda desde as pré-condições epistemológicas da cosmovisão cristã até a perseverança dos santos. Os três principais temas da obra são a infalibilidade das Escrituras, a soberania de Deus e a centralidade da mente, os quais estão divididos em partes que compreendem teologia, as Escrituras, Deus, homem, Cristo e salvação. Por tratar-se de uma introdução ao estudo de Teologia, como diz o próprio autor, não prende o leitor ao exame de minúcias e complexidades como o fazem alguns textos. O autor se propõe a orientar e a conduzir no estudo das doutrinas básicas da fé cristã e isso consegue de maneira adequada diante dos desafios do nosso tempo. “Nesta era de mentes teológicas atrofiadas, vendidas ao liberalismo e ao misticismo, só nos resta dar as boas-vindas a este livro (...) Boa leitura, portanto. Você poderá não concordar com Cheung em tudo, mas ele lhe estimulará a pensar e a defender a sua compreensão e as suas convicções – ou a modificá-las, quando sentir o peso da argu-mentação bíblica e assim for direcionado pelo soberano Espírito Santo de Deus”

Confissões - Santo Agostinho [****]



Santo Agostinho
Editora Paulus 
464 páginas

"Numa época em que estão na moda as biografias é mais do que atual a leitura desse clássico. Santo Agostinho faz uma autoacusação, sem atenuantes, ao contrário dos autores das biografias contemporâneas, que procuram se colocar em evidência e se comprazem no falar de si mesmo. Trata-se realmente de uma ¨confissão¨ no duplo sentido que o latim confere a esse termo: confessar a própria miséria e confessar a grandeza da misericórdia divina"

Caminhos Misteriosos [***]


David Kingdon
Editora PES
112 páginas


Saber que Deus governa sabiamente todas as Suas criaturas é uma coisa, mas aplicar essa verdade às nossas próprias vidas é uma coisa muito diferente, especialmente quando as nossas esperanças sofrem decepção e a providência parece indiferente.  Com grande discernimento e sabedoria pastoral, David Kingdon ajuda-nos a aplicar lições da vida de José às nossas próprias vidas. Ele mostra que os que são de Deus não estão perdidos num labirinto sem sentido, mas sim, estão seguros nas mãos de um Pai amoroso. Por mais “misteriosos” que os Seus caminhos nos pareçam no presente, Ele planejou o bem para o Seu povo, e “o esclarecerá” em Seu tempo. Mesmo agora Ele nos está ensinando lições que não poderiam ser aprendidas de outra maneira.

Os Milagres de Jesus [***]



Simon J. Kistemaker
224 páginas

Nós ouvimos as histórias sobre Jesus aclamando a tempestade, alimentando os cinco mil, e curando os cegos. Mas elas podem parecer tão distantes de nossa experiência em seguir Jesus hoje. Como teria sido testemunhar esses eventos em primeira mão?
 
Simon Kistemaker nos ajuda a olhar mais de perto os milagres de Jesus para entender melhor o propósito por trás de cada um. Pela apresentação cuidadosa do cenário cultural, do simbolismo e das ligações com o Antigo Testamento, Kistemaker nos mostra como esses milagres se relacionam com o modo como você segue a Jesus. O resultado é uma viagem exploratória detalhada que aprofundará seu entendimento dos feitos miraculosos de Jesus.


"Eu amo o modo claro, simples, mas de profundo discernimento com que Simon Kistemaker explora os milagres de Jesus. O livro é um estudo rico e recompensador de todos os sinais e maravilhas de maior vulto registrado nos Evangelhos. Esses eventos iluminam nosso entendimento da vida e obra terrena do Salvador; e revelam sua verdadeira glória, de maneira única e muito forte."
John MacArthur
Autor de vários livros e presidente da Grace to You 



"Que livro maravilhoso! Venho lendo Os milagres de Jesus devocionalmente ele tem alimentado minha alma e minha mente. Se você nunca estudou os milagres de Jesus, seja tomado de admiração pelo seu poder; e alegre-se no que Jesus faz para os seus; este é o lugar onde começar: Leia-o! Você ficará muito feliz por ter feito isso."
Steve Brown
Autor de livros, presidente do programa de rádio Key Life e professor do Reformed Theological Seminary, em Orlando, Florida



Simon J. Kistemaker é professor emérito de Novo Testamento no Reformed Theological Seminary em Orlando, Flórida e autor de numerosos comentários e estudos.

Em Defesa da Teologia [****]


Gordon H. Clark
116 páginas

"Ao longo dos séculos, a teologia cristã tem tido muitos oponentes, tanto cristãos como arreligiosos, cuja incredulidade varia grandemente nos detalhes, mas, ao que parece, todos se apegam a uma ideia comum: intelecto e religião são antitéticos. Este livro visa a esses oponentes da teologia cristã.
Os irreligiosos, os ateístas, acreditam que a mente pertence à ciência, a qual, segundo eles, é o método mais confiável, senão o único, para se descobrir a verdade. Os ateístas são complacentes com as fraquezas do povo religioso, desde que não reivindiquem que as suas crenças são a verdade. Verdade e teologia, segundo os ateístas, nada têm em comum.
Os oponentes religiosos da teologia cristã, os modernistas e os neo-ortodoxos concordam com os ateístas que o intelecto e a religião nada têm a ver um com o outro. A religião verdadeira, dizem eles, consiste de estados de consciência, de sentimentos de temor, mistério, dependência absoluta e da apreensão do sagrado. Esses oponentes religiosos da teologia cristã ensinam que a verdade é pessoal, não proposicional, para não dizer não bíblica. O encontro pessoal, não o entendimento nem a informação revelada verossímil, é o coração da religião.
O terceiro grupo, ao qual este livro visa, é o dos membros de igreja influenciados tanto por ateístas como por neo-ortodoxos, e que, por isso, simplesmente ignoram a teologia cristã. Eles não se opõem ativamente à teologia, como os ateístas e os neo-ortodoxos, mas consideram-na como desimportante.
O Dr. Gordon Clark apresenta a todas essas pessoas uma defesa inteligente e irrefutável da teologia cristã. Deus revelou-se em palavras organizadas em proposições lógicas. Somos obrigados a entender e a crer em tais palavras. Não há nenhuma outra maneira para se conhecer a verdade e obter a vida". 

A Infelicidade do Século - sobre o comunismo, o nazismo e a unicidade da Shoah [****]




Alain Besançon
Editora Bertrand Brasil
146 páginas

"Abordando duas questões vinculadas entre si, o nazismo e o comunismo, o especialista em Ciências Sociais, Alain Besançon, traça, em A Infelicidade do Século, um painel detalhado sobre a tomada do poder pelo comunismo do tipo leninista e pelo nazismo do tipo hitlerista, explicitando suas diferenças e semelhanças, sem abrir mão das análises histórica e política de ambos os regimes.Tanto o nazismo quanto o comunismo tinham por objetivo chegar a uma sociedade perfeita, destruindo os elementos negativos que se opunham a ela, utilizando métodos de extermínio semelhantes. A Infelicidade do Século trata dos desdobramentos dessas ideologias nos planos físico, moral e político. Dividido em cinco capítulos, o livro de Besançon trata ainda da Unicidade da Shoah (catástrofe). Os judeus se auto-reconheciam como povo sagrado, julgavam que o holocausto imposto a eles era diferente do massacre imposto a outros povos não judeus. A Infelicidade do Século representa um alerta a toda a humanidade sobre genocídios que jamais deverão se repeti"

Humildade - Verdadeira Grandeza [***]






C. J. Mahaney 
Editora Fiel
143 páginas

Deus afirma claramente que olha para os humildes. Ele também deixa claro que se opõe aos orgulhosos. A humildade e o orgulho são características que não podem coexistir. Onde uma é encorajada, a outra é derrotada. Qual delas você cultivará?
C. J. Mahaney pinta um impressionante quadro da
batalha diária que acontece silenciosa e violentamente no íntimo do
cristão. Ele pergunta se você pretende acomodar passivamente o inimigo
de sua alma, o orgulho; ou cultivar, com vigor, a sua melhor amiga, a
humildade. Quando você reconhece o engano do orgulho e se humilha,
torna-se livre para receber as abundantes misericórdias e graças
inigualáveis. Você descobrirá que possui uma nova vida - uma vida que
Deus favorece ricamente. Uma vida que glorifica a Deus, a qual você não
deesejará perder"

Deus Joga Dados? [***]




John Houghton
Editora Hagnos
152 páginas

"Propósito ou acaso? Esta é pergunta que não quer calar diante das descobertas mais recentes da ciência na astronomia e na física. Albert Einstein relutou em aceitar que o acaso esteve na base da origem do universo. Ele mesmo declarou: "Deus não joga dados". A partir desta afirmação, surge o questionamento do Dr. John Houghton, cientista e autor deste livro. Deus participa de alguma parte no desenvolvimento do universo? Por que Deus precisa ser lembrado nesta história toda? Nosso quadro não está completo sem ele, pelo menos até onde a natureza está relacionada? Como cientista e líder nestas descobertas recentes, seus relatos vívidos são contribuições bem-vindas à compreensão tanto do mistério em torno da origem do universo quanto da natureza da fé."

O "Ateísmo" da Igreja Primitiva [****]



Rousas J. Rushdoony 
96 páginas

Embora muitos possam estranhar o título deste livro, os primeiros cristãos eram considerados como “ateus” pela maioria das pessoas no império romano. O motivo é que, em vez de adorar milhares de deidades visíveis, os cristãos adoravam somente o único Deus vivo e verdadeiro, que é invisível (1Tm 1.17). Adicionalmente, eles eram tidos como ateus também por não reconhecerem as reivindicações divinas do Estado romano e, em particular, de César. Devemos lembrar que o imperador romano reivindicava ser divino, de forma que, quando alguém dizia “César é Senhor”, estava dizendo na verdade que César é deus. Todavia, ser cristão significa reconhecer que somente “Jesus é Senhor” (Rm 10.9); por causa disso, a igreja era vista como inimiga do Estado, e por boas razões. A explicação é que, como Rushdoony observa, a Bíblia requer que sirvamos um Senhor que não o Estado, com um tipo inteiramente diferente de educação e lei.

 

Religião Pura (***)


Vincent Cheung
144 páginas


Este livro é uma coletânea, feita pelo próprio autor, de seis obras suas publicadas separadamente. Outra peculiaridade é que os três primeiros capítulos eram originalmente sermões que foram transcritos e editados. Sendo assim, o leitor tem a iberdade de ler os capítulos na ordem em que desejar, pois eles ão constituem uma sequência e, portanto, o entendimento da mensagem não será prejudicado.

SUMÁRIO: 
PREFÁCIO À EDIÇÃO BRASILEIRA 
1. DE DEUS NÃO SE ZOMBA   
2. RELIGIÃO PURA   
3. POLÍTICA SOBRE CARIDADE   
4. OS NOBRES BEREANOS   
5. A ÚNICA COISA NECESSÁRIA   
6.  COMO UM HOMEM PENSA