Após a leitura, classificarei os livros assim:
Péssimo [0] Ruim [*] Regular [**] Bom [***] Muito Bom [****] Excelente [*****]

Religião Pura (***)


Vincent Cheung
144 páginas


Este livro é uma coletânea, feita pelo próprio autor, de seis obras suas publicadas separadamente. Outra peculiaridade é que os três primeiros capítulos eram originalmente sermões que foram transcritos e editados. Sendo assim, o leitor tem a iberdade de ler os capítulos na ordem em que desejar, pois eles ão constituem uma sequência e, portanto, o entendimento da mensagem não será prejudicado.

SUMÁRIO: 
PREFÁCIO À EDIÇÃO BRASILEIRA 
1. DE DEUS NÃO SE ZOMBA   
2. RELIGIÃO PURA   
3. POLÍTICA SOBRE CARIDADE   
4. OS NOBRES BEREANOS   
5. A ÚNICA COISA NECESSÁRIA   
6.  COMO UM HOMEM PENSA    

6 comentários:

Jorge Fernandes Isah disse...

Mais uma vez, Cheung expõe claramente as doutrinas bíblicas; na defesa da fé irrevogável e sem concessões, que permeiam todas as suas obras, ao menos as que já li e comentei neste blog.

Muito do que diz pode ser lido em outros livros, mas a impressão que se tem é a de que ele ama a palavra de Deus em temor e referência.

Jorge Fernandes Isah disse...

Ao fim do livro, vemos pontos interessantes abordados pelo autor, sempre sobre uma perpectiva bíblica, pastoral e, por que não, devocional.
Cheung fala para cristãos sobre ensinos nitidamente cristãos e que devem ser aplicados na vida do crente.
Os textos que mais me chamaram a atenção foi o capítulo 2, Religião Pura, baseado em Tiago 1.22-27, onde é tratada a questão do autoengano. Há um claro alerta para que o crente se firme exclusivamente na doutrina e fé bíblica, não se perdendo em "atalhos" que o levarão a estar à margem das Escrituras.
O que acontece é de muitos acreditarem-se espirituais e doutrinariamente corretos quando não passam de mentes enganadas e, infelizmente, convictas no engano. A resistência ao ensino, à exortação, ao escrutínio das Escrituras é a maior indicação do lastimável estado espiritual dessas pessoas, que acabará se refletindo em suas atitudes, não dando os frutos verdadeiros que acompanharão os discípulos de Cristo.
A vida cristã tem de ser fruto da fé verdadeira, a qual somente pode ser formada pelo ensino puramente bíblico.

Jorge Fernandes Isah disse...

Outro ponto interessante é a leitura que Cheung faz de Atos 17.11, onde lemos sobre a nobreza dos bereanos.A ênfase é colocada não no fato dos bereanos confrontarem os ensinos de Paulo com as Escrituras, mas no fato dos bereanos estarem atentos e dispostos a ouvir avidamente a mensagem do Evangelho.
Neste ponto é que reside a nobreza deles, de receberem prontamente a palavra de Deus; no que devemos imitá-los.
"Seremos tão ávidos em afirmar e praticar a verdade que eles proclamam que examinaremos a Escritura 'todos os dias' (v. 11), de forma que construiremos nossa fé e adoração corretamente sobre a firme rocha da revelação também"(pg 84).

Jorge Fernandes Isah disse...

O cap. 6, "Como um homem Pensa", trata de várias questões relacionadas ao ministério pastoral; as relações entre os homens e entre os cristãos; a depravação da alma humana (revelando uma boa dose de pessimismo do autor para com os homens em geral) e a regeneração possível apenas pelo novo-nascimento em Cristo (revelando-se a única esperança para que o homem não-confiável seja soberanamente transformado por Deus, ainda que capaz de cometer atos pecaminosos, porém, confiável finalmente mesmo que suscetível a impiedades).
Há vários exemplos autobiográficos de Cheung a ilustrar seus argumentos e conclusões. É um capítulo singular do autor, mas capaz de nos levar a crer na suficiência das Escrituras como o padrão único pelo qual o crente irá nortear sua vida a fim de "apegar-se a Cristo muito mais e a ardentemente levar adiante a palavra da vida a essa geração perversa" (pg 138).
Em suma, mais um livro com a marca de Cheung, ou melhor, com a marca do Espírito a operar nele.

Irismar disse...

Visitando vários blogs, parei no teu porque me chamou muita atenção sobre passagens que muito me edificou
Parabéns pelo o teu trabalho

Jorge Fernandes Isah disse...

Irismar,

Obrigado!

Cristo a abençoe!

Abraços