Após a leitura, classificarei os livros assim:
Péssimo [0] Ruim [*] Regular [**] Bom [***] Muito Bom [****] Excelente [*****]

O Fascismo Moderno




Gene Edward Veith Jr.
Editora Cultura Cristã
160 Páginas


"Em O Fascismo Moderno Gene Edward Veith Jr. expõe a influência fascista que continua a permear a cultura e o pensamento modernos. Mediante uma combinação habilidosa de narrativa história, crítica cultural e análise teológica, Veith demonstra como o fascismo, talvez de um modo desconhecido, afeta nosso pensamento. Mas Veith também oferece orientação e esperança para aqueles que se sentem abalados pelas contracorrentes ideológicas ao demonstrar, de maneira convincente, que a teologia cristã não refreia a verdade."

1 comentários:

Jorge Fernandes Isah disse...

De cara, reproduzo uma explicação do autor quanto à distorção do termo "fascismo":
"‎Parte da dificuldade em reconhecer o fascismo é o pressuposto de que ele é conservador... obscurecido pela 'interpretação oficial marxista do fascimo'. O marxismo define fascismo como seu extremo oposto. Se o marxismo é progressivo, o fascismo é conservador. Se o marxismo é de esquerda, então o fascismo é de direita. Se o marxismo defende o proletariado, o fascismo defende a burguesia. Se o marxismo é socialista, o fascismo é capitalista. A influência da escola marxista distorceu seriamente nossa compreensão sobre a questão. O comunismo e o fascismo foram marcas rivais do socialismo... Tanto comunistas como fascistas se opunham à burguesia. Ambos atacavam os conservadores. Ambos foram movimentos de massa, que tinham uma simpatia especial pela 'intelligentsia', pelos estudantes e pelos artistas, assim como pelos trabalhadores. eram favoráveis a governos fortemente centralizadores e rejeitavam a livre economia e os ideais de liberdade individual. Os fascistas não se viam como de direita nem como de esquerda. Eles acreditavam que constituíam uma terceira força, que sintetizava o melhor dos dois extremos. Há importantes diferenças e amargos antagonismos ideológicos entre o marxismo e o fascismo; mas sua oposição mútua não deveria disfarçar seu parentesco como ideologias socialistas revolucionárias.
Tampouco as figuras de linguagem como 'direita' e 'esquerda' ou construções artificiais como 'reacionário e radical' deveriam obscurecer o modo de pensar que permeia um largo espectro de posições políticas e sociais. A metáfora de esquerda e direita que retrata as duas ideologias revolucionárias como opostos extremos é profundamente enganadora." Pg 24